Análise dos Fenômenos Parafísicos

1º) O SINCRONISMO

Nas telecinesias

WILLY SCHNEIDER foi um dos mais célebres realizadores de fenômenos parafísicos, sob rigoroso controle de experimentadores conscienciosos. WILLY estava convencido de ser instrumento (médium) dos espíritos dos mortos. Entre os espíritas, é um dos médiuns mais considerados. Mas na realidade freqüentemente se observou que WILLY acompanhava as telecinesias com movimentos do seu corpo. Por exemplo, esticava-se e dirigia o ombro em direção da vitrola ou da lâmpada que mexia à distância.

Em psicologia é muito significativo este sincronismo vontade-gesto. Tais gestos provam evidentemente que as telecinesias correspondiam à vontade inconsciente de WILLY, que estava em estado de inconsciência.        


Willy SCHNEIDER, em transe, controlado por dois pesquisadores, em experiências de telecinesia. Nas mangas de sua roupa havia botões e líneas luminosas para controle na escuridão

Os mesmos significativos movimentos se observavam em EUSÁPIA PALLADINO, a mais famosa médium espírita de fenômenos para-fisicos.


CESARE LOMBROSO, psiquiatra e excelente parapsicólogo italiano

 EUSÁPIA, à distância, acendeu e apagou a luz, sem mexer no interruptor. C. LOMBROSO (1835-1909), que era um dos pesquisadores, ressalta: "O acender e o apagar da lâmpada correspondiam a pequeno movimento que o dedo indicador de EUSÁPIA fazia na palma de minha mão. Quase sempre havíamos detectado essa sintonia entre os fenômenos e os gestos da DVD médium”.


O grande pesquisador de Parapsicologia, e famoso astrônomo, CAMILLE FLAMMARION.


Na casa de CAMILLE FLAMMARION, controlada também pelos famosos pesquisadores DEBIERNE, BRANLY e OCHOROWICZ, ao levantar sem contato uma mesa, EUSÁPIA PALLADINO, em transe, ia levantando o braço a alguma distância...


Telecinesia fazendo soar o bandolim detrás dela


E também detrás dela soava o acordeão

Posteriormente ROBERT TOCQUET será mais encomiástico.



ROBERT TOCQUET em seu laboratório “École Lavoisier”

Afirmam: "EUSÁPIA lançava o punho em direção da mesa de experiência detendo-se, porém, a alguma distância da superfície. Ouvia-se então um barulho (tiptologia) como se o punho tivesse realmente alcançado a mesa. Igualmente efetuava com a mão fechada um movimento de rotação, de torção, a alguma distância de um baú, e podia-se ver como a chave do baú dava voltas sozinha na fechadura. Enfim, sempre que ela realizava uma telecinesia, seus músculos se contraíam como se estivesse agindo realmente".

Em uma oportunidade, na Universidade de Nápoles, um vaso, que estava a uns metros de EUSÁPIA, foi chocar-se violentamente contra o chão, ao mesmo tempo em que EUSÁPIA aplicava "um formidável ponta-pé" num dos assistentes.

Os fatos mostram que a vontade atuante era secundus da própria EUSÁPIA, não os espíritos dos mortos.    


ÁLIDA DE MATTEO OMIGNANO, no Valle de Luciana. Era chamada (como também sua irmã SANTINA) “a menina irrequieta”. Neste caso, irrequietas eram as pedras que, perto dela, pulavam com relativa freqüência

O sincronismo é tão típico que mesmo nos casos espontâneos, ao menos quando está presente algum especialista em Parapsicologia, não deixa de ser constatado. A respeito das telecinesias das irmãs ÁLIDA e SANTINA DE MATTEO, os parapsicólogos italianos consignaram: "Detalhe interessante. Também neste caso os fenômenos se intensificavam quando as duas meninas (...) (dormindo) se agitavam na cama: os projéteis improvisados esguichavam então daqui e de lá com certa violência, como se espelhassem a movimentada seqüência daquela misteriosa ‘segunda vida´que elas levavam no sonho".

Nas ectoplasmias e fantasmas


Com uma alavanca ectoplasmática a Srta. GOLHIGUER levantava mesinhas e tamboretes. GOLHIGUER goza muito prestígio entre os espíritas, porque eles pensam que eram os espíritos dos mortos que dirigiam essa alavanca.

Mas a vontade diretora e o esforço motor manifestamente procediam da própria GOLHIGUER: Assim, o Dr. CRAWFORD constatou que durante todo o tempo que estava em ação a alavanca ectoplasmática, nos músculos de GOLHIGUER repercutia toda a tensão e esforço, deixando os tensos, e se a força necessária era maior, por exemplo para levantar um tamborete à altura excepcional de 1,20m, adquiriam uma rigidez de ferro.

É significativo que essa tensão muscular, embora se estendesse a todo o corpo, era especialmente destacada onde teoricamente devia ser:

Precisamente num dos braços. E, mais natural, procurando-se do ombro ao pulso, encontrava-se a maior tensão na articulação, tal como seria se o braço estivesse diretamente levantando um objeto pesado.

"Todos os movimentos da ‘alavanca’ são produzidos no íntimo do corpo do médium", frisava CRAWFORD entre as conclusões gerais das suas observações do grupo GOLHIGUER por mais de dois anos e meio.


"Parte de mim": Prolongação de si mesmo

Na analise da chamada "bilocação", "experiência fora do corpo", "desdobramento" etc. nas aulas e palestras demonstro que uma pessoa pode plasmar a idéia que tem de si mesma. O duplo. E isto nesses temas claramente exclui os espíritos dos mortos.

Logicamente assim se explica também que uma pessoa possa plasmar a idéia que tem de outra, viva ou morta. O fenômeno é o mesmo: ideoplasmia (= plasmar a idéia). Nada acrescenta que atribua os fenômenos a essa "outra pessoa”.

E quando não há fantasmogênese nem sequer ecto-colo-plasmia (colon = membro, em grego: o fantasma representando só um membro ou uma parte de pessoa ou coisa), se compreende ainda mais facilmente que é também o psiquismo do médium que dirige outros fenômenos para-físicos.


WILLIAM CROOKES perante o fantasma chamado Katie King

CÍCERO VALÉRIO, "mestre" do espiritismo, pretende argumentar: "No caso em apreço (caso KATIE KING), havendo a materialização do perispírito(?) da médium, daí a semelhança com ela apresentada pelo fantasma, assim como também no caso da figura materializada de IOLANDA, com a médium D'ESPÉRANCE. Esse fenômeno vem reforçar a tese doutrinária da materialização(à: não existe materialização propriamente dita) dos espíritos dos mortos. Uma vez admitida a possibilidade da materialização do perispírito (?) ou duplo do médium, com maior razão há que admitir a possibilidade da materialização dos espíritos dos mortos, sendo inúmeros os casos deste gênero registrados por autores de reconhecida autoridade”.


ELIZABETH D´ESPÉRANCE

Na realidade cometem uma falha lógica flagrante. O médium pode plasmar seu duplo. Mais ainda, pode plasmar a idéia que tem - ou adivinha - a respeito de qualquer pessoa viva ou morta. Mas não é o vivo nem o morto que aparecem: é a idéia que dele tem o médium. É o médium que plasma. Não são os espíritos dos mortos que se plasmam a si mesmos. Os médiuns são imprescindíveis. Os "inúmeros casos (...) registrados por autores de reconhecida autoridade", entre os cientistas são sempre casos de IDEOPLASMIA. Entre os espíritas, ou são casos que vão contra a hipótese espírita, ou os autores caíram em flagrante erro lógico "esquecendo" os médiuns.


Desenho representando ANNA EVA FAY psíquica americana,


Desenho representado o controle a que era submetida A. E. FAY

Nas experiências de WILLIAM CROOKES (DESTACADÍSSIMO parapsicólogo inglês, 1832-1919, Premio Nobel), os espíritas acham que as telecinesias se deviam aos espíritos dos mortos. Mas a verdadeira explicação apareceu manifesta: CROOKES via a Sra. FAY, que estava atada na cadeira, e ela mesma ao mesmo tempo a mais de dois metros de distância mexendo livro.

FERGUSSON acompanhava os irmãos IRA ERASTUS DAVENPORT e seu irmão WILLLIAM HENRY HARRISON DAVENPORT. Deixemos de lado os freqüentes truques, dos famosos mágicos, apresentados como se fossem fenômenos parapsicológicos (que são  espontâneos e incontroláveis) nas contínuas excursões e exibições públicas.


Cartaz anunciando exibição dos irmãos DAVENPORT

FERGUSSON via ao mesmo tempo as mãos e braços, rostos e inclusive tórax dos irmãos DAVENPORT, que ele conhecia muito bem, movimentando objetos a mais de dois metros de distancia dos próprios irmãos DAVENPORT.


“Espírito Guia" é o inconsciente (secundus)


OCHOROWICZ não via o duplo da médium STANISLAWA TOMCZYK. Mas era o duplo da própria médium quem explicava como se tinham realizado as experiências - durante vários anos - de pneumografia (= gravação não por luz senão pelo pensamento de secundus dirigindo a telergia). O duplo dizia que era ele mesmo que realizava os fenômenos. O duplo afirmava não só que se servia da matéria (ectoplasma) procedente da médium, mas também que era ele, o duplo, quem dirigia as pneumografias e que nestas era seu próprio pensamento “fotografava” (escotografia, não por luz –fotós, em grego- senão por telergia).

Por exemplo, a respeito de um dedal para aparecer na radiografia da mão da médium. Foi o duplo que explicou que em determinada experiência em que a médium conscientemente pensava numa mão, saíram, na escotografia diversas imagens da lua porque a médium, no dia anterior, impressionara-se muito emotivamente pela visão da lua – como testemunhou o próprio OCHOROWICZ-.

E o que o duplo sentia, a médium também sentia. E vice-versa. "É natural - explica o duplo– porque estamos unidos”.

O duplo era o próprio psiquismo da médium. Nestas experiências de OCHOROWICZ com STANISLAWA TOMCZYK refuta-se a prosopopéia (= máscara) de tipo espírita.

Em outros termos: "Espíritos guias"? Os espíritos de mortos, não são os que dirigem os
fenômenos para-físicos. É o psiquismo do próprio médium.

Sra.. VERA STRINGUER, Londres. A criancinha STANNEN, deixada sozinha frequentemente por bastante tempo, via e penava que estava brincando  com seus amiguinhos imaginários (Imagens Eidéticas). Uma vez, a mãe passou: ”Mãe, a senhora atropelou o meu amiguinho LARRY”. “Que amiguinho? Você está louco. Aqui não há nenhum amiguinho. Aí tens  os brinquedos”. E surgiu violenta pirogênese que em instantes queimou o recipiente onde guardava todos os brinquedos. Menos mal que não queimou a TV etc., A psicanálise é evidente: O secundus de ESTANNEN se revolta contra sós brinquedos, sem os amiguinhos, como queria sua mãe...


Também em Araras por ELIANA (curada na nossa clínica). O vestido de seda, nem chamuscado, apesar do contato da madeira ardendo. É evidente a psicanálise: o secundus de ELIANA não queria estragar seu tão estimado vestido, e a mesma telergia que se transformava em fogo, protegia a seda.


LEONTINA. De Jundiaí (SP). Chamavam-na “Zé fogueteiro”. Curada no CLAP. Era pobre mas feminina, não suportava que o pai estragasse o visual do quarto onde ela dorme. E pirogênese também seletiva: arderam os papeis de envoltório, até a madeira, mas em nada foram afetados os documentos... Simplicíssima psicanálise.

        
Análise por um poeta


O porto, moinhos e à direita a catedral de Palma, capital de Mallorca.           

O escritor inglês WILSON COLIN interessou-se muito e escreveu muito acertadamente sobre parapsicologia. No aprazível verão na ilha de Mallorca (ilhas Baleares, de Espanha, no  mar Mediterrâneo), entrevistou vários poetas a respeito da maior tendência ou maiores manifestações parapsicológicas entre eles. O poeta francês LOUIS SINGER era plenamente contra a interpretação espírita, mas interessado nos fenômenos parapsicológicos, dos quais inclusive tivera experiências pessoais.

"SINGER –escreve WILSON COLIN- era um desses afortunados que possuem a faculdade característica dos poetas que lhes permite um relaxamento total (muito apto à intuição): ele fala de 'concentração em nada' e de permitir que a mente se aprofunde num estado passivo' (...). Pedi-lhe um relato de suas experiências e o resultado foi um extraordinário documento de quinze páginas".

Desse relato consta o episódio que agora mais nos interessa: LOUIS SINGER, apesar de anti-espírita, com intenção de pesquisa ligou-se a um "círculo de desenvolvimento da mediunidade”.
         
"Eu (SINGER) fechava os olhos, esvaziava a mente, às vezes até cochilava; mas transe (no sentido de incorporação de um espírito), nunca".
 
E, como testemunha WILSON COLIN, “o diretor do círculo, ainda assim lhe garantiu que havia adquirido "espíritos guias", um dos quais fora em vida um guru da Índia”.

E acrescenta SINGER: “Um dia, estando a sós com uma amiga também do círculo, meio a sério, meio na brincadeira com a moça, que acreditava cegamente no espiritismo, eu disse: ‘Observe, vou fazer o guru aparecer'. Ela aprovou com a cabeça, e eu fechei os olhos, num relaxamento superficial”.

Acontece que essas “brincadeiras”podem causar em determinadas circunstâncias fenômenos parapsicológicos reais, e mais facilmente alucinações.ContinuaSINGER: “Mas de repente, senti a barriga afundar-se até quase chegar às costas (o relaxamento superficial transformou-se em profundo estado alterado de consciência). Passado um curto lapso de tempo, olhos abertos, vi (nesse estado alterado de consciência) que MAUD olhava fixamente para o lado oposto àquele onde eu me achava. Fiquei aborrecido. Perguntei 'O que está fazendo? Você concordou em me observar', 'Pois eu estava observando. Você saiu do corpo e estava sentado naquela outra cadeira'".

Claro, tudo pode não passar de alucinação, mas mesmo assim está dando um aspecto importantíssimo da explicação destes fenômenos quando reais: o “guru indiano”, o "espírito guia" que SINGER dissera que ia plasmar, era na realidade uma bilocação do próprio SINGER, o seu duplo, era o "outro eu", o inconsciente.
            
Pode haver muitos graus na divisão da personalidade. O consciente - "primus" - alguma rara vez fica como testemunha das ações do inconsciente - secundus-.

A médium D'ESPERANCE era muito notável neste tipo de fenômeno. Publicou "o que sente um médium quando os espíritos se materializam". Suas descrições são um perfeito desmascaramento da prosopopéia de tipo espírita. Estando D'ESPERANCE sentada na sua cadeira de médium à vista dos experimentadores, em transe acordado, impossibilitada de qualquer movimento, sentia durante todos os fenômenos de fantasmogênese que era ela mesma, seu inconsciente -secundus- que dirigia seu ectoplasma.

"Outra figura, pequena e delicada, aparece então, com os braços abertos. Uma pessoa se levanta na extremidade do círculo, aproximando-se, e os dois se abraçam. Ouvem-se gritos inarticulados: 'ANA!, ANA!, minha filha!, minha querida filha!'. Uma outra pessoa levanta-se também e abraça o fantasma. Sucedem-se logo soluços, exclamações misturadas com bênçãos".
             
 
Como se vê, as testemunhas tomaram a sério o disfarce ou prosopopéia espírita na ideoplasmia do inconsciente –secundus- de D'ESPERANCE.

Mas por detrás da máscara está o verdadeiro autor dos fantasmas, a própria D'ESPERANCE: "Sinto-me movimentando-me por aqui, por lá. Tudo fica escuro diante dos meus olhos. Sinto os braços de alguém me abraçando, um coração batendo junto ao meu peito (...) Ninguém está junto a mim (primus, na cadeira). Ninguém presta atenção em mim. Olho fixamente àquela figura branca e delicada, nos braços de duas mulheres enternecidas (...) Há braços me rodeando. Senti como nunca o contato nitidamente. Começo a espantar-me. Quem sou eu? Sou a branca aparição, ou sou a que está sentada na cadeira? (...) Serei eu a aparição, ou aquela, não sei como chamá-la, que está sentada na cadeira? Certamente os meus lábios foram beijados, o meu rosto estava todo molhado de lágrimas que correram abundantemente pelos rostos das duas boas mulheres (...) Acho-me em mortal angústia. Quanto tempo durará? ANA sou eu?”.

O fantasma mais freqüente realizado por D'ESPERANCE dizia chamar-se YOLANDA. Parecia que provinha de longe, completamente diferente de D'ESPERANCE (primus).
Mas na realidade, interrogada pelo Dr. AKSAKOF, a própria D'ESPERANCE descreve:
"Quando ela me toca, a sensação é toda semelhante á que eu experimento tocando-me a mim mesma. Não sinto como se fosse uma parte dela; mas sinto, ao contrário, como se ela fosse parte de mim".


ELIZABETH D´ ESPERANCE junto a um “Lilium Auratum”

 "Quando YOLANDA está fora e toca alguém ou alguém a toca, eu o sinto sempre (...) Quando ela agarra alguma coisa, sinto os meus músculos se contraírem, como se as minhas mãos houvessem agarrado esse objeto”.

“Quando ela modelou a mão de parafina derretida experimentei uma sensação de queimadura".
           
YOLANDA era de aparência completamente diferente de D'ESPERANCE. Mas sendo YOLANDA na realidade produto do ectoplasma e do inconsciente –secundus- de D'ESPERANCE; ou melhor, sendo YOLANDA o próprio ectoplasma e inconsciente de D'ESPERANCE, quando esta via YOLANDA tinha a sensação interna de ver-se a si mesma. E essa era a verdade.

"Em Newcastle, eu a vi no meio do quarto quando a cortina se abriu e a luz caía em cheio sobre ela; vi-lhe então as espáduas e os braços, tão distintamente como se houvesse visto os de outra pessoa. Via a dama francesa (YOLANDA), e percebia como se eu estivesse mirando-me num espelho, de tal modo ela se parecia comigo".

2º) A VONTADE

Mesmo em casos de divisão da personalidade, quando secundus (vontade inconsciente) dirige os fenômenos, por exemplo de fantasmogênese, é manifesta a unidade desta vontade com primus (vontade consciente ou oficial) da própria médium.
        
Assim, o fantasma YOLANDA feito às expensas do ectoplasma da famosa médium D'ESPERANCE, parecia uma personalidade autônoma, mas secundus (o inconsciente) ou YOLANDA na realidade dependia e formava uma unidade com primus (o consciente) ou D'ESPERANCE:
        
"Quando YOLANDA saía do gabinete, eu a forçava, pela influência de minha vontade",
constatava D'ESPERANCE.
      
Após excelente e exaustivo estudo crítico de numerosas experiências de telecinesia
controladas   por especialistas concluía o grande parapsicólogo  Dr. ENRICO MORSELLI:
        
"A médium não produz os fenômenos em tais condições psíquicas por ter-se obscurecido sua consciência superior
(como se houvesse sido substituída pela dos espíritos dos mortos), senão que os fenômenos vêem já pensados em linhas gerais, e por isso mesmo representados e queridos; e quando a médium tem formado seu plano, esforça-se então por entrar no estado psíquico anormal (auto-hipnose = transe) que lhe possibilita manifestar melhor sua energia exteriorizada (telergia) para agir como age”
Exatamente descrita a vontade do vivo (nunca dos espíritos dos mortos), como diretora da telergia.
         
Há muitos aparelhos e equipamentos para a constatação da telergia, aparelhos chamados fluidômetros, ou psicômetros, ou estenógrafos, etc. (Nomes, diríamos, “a gosto do consumidor”). Por exemplo:

 

Fotos: do DVD de Efeitos Fisicos – I, Nos. 29, 30, 31, 32, 33, 34 e 35 seguidos               
Pés das fotos: Fluidômetros
 

 

 
de Lombroso 

de  Joire  
       
  de Hare
de Crookes
 
       
  de Cutten para fotografar a telecinesia e inclusive a telergia  
       
     

Não podendo utilizar em alguma pesquisa de campo nem psicômetro, nem estenógrafo, etc. o melhor para saber de quem procede a telergia é o cachorro “chiuaua”.

Sem nada disso, p.ex. numa pesquisa de campo que realizei em Caçador SC, eu (Pe. QUEVEDO) e todas as pessoas presentes víamos alguma coisa, mínima, durante uma telecinesia. Mas extraordinária máquina fotográfigica captou a telergia, com o que localizamos as duas pessoas que causavam o fenômeno:

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