Fenômenos de Efeitos Físicos - Telergia 6
Ao estudar a natureza da telergia, não nos deteremos aqui nas teorias espíritas (almas dos mortos), ou mitológicas (gênios, fadas...), ou “ocultistas” (larvas, elementares...), ou de fluidos universais (magnetismo universal, matéria astral...). De todas estas teorias, nos ocuparemos em outras oportunidades, rejeitando-as como causas dos fenômenos parapsicológicos. Aqui, trataremos somente de dar um brevíssimo resumo da teoria científica aceita sobre a natureza da telergia. E a exposição desta teoria científica constituirá, por si mesma, em grande parte, refutação daquelas outras falsas explicações.

Quando há uma dissociação dos tecidos, podemos sangrar: hemorragia. Em analogia com esse nome, quando há uma dissociação psíquica e escapa alguma força psíquica, dizemos que há, psicorragia. A telergia é um efeito de psicorragia, como todo fenômeno parapsicológico (tanto EN como PN, não os SN ou milagres divinos). Após abandonar o espiritismo, por muitos anos de estudo e reflexão, escrevia Alexandre Aksakof: “Um médium (...) é um indivíduo no qual o estado de desagregação psicológica sobrevêm facilmente; no qual, para empregar a expressão do Dr. Pierre Janet, o poder de síntese psíquica fica enfraquecido e deixa escapar um número mais ou menos considerável de forças (parapsicológicas). (...) Se a ciência não tivesse desprezado, desde o começo, os fatos (Da Parapsicologia), ( ...) seus estudos sobre a personalidade teriam dado um passo imenso (...) A ciência não teria tardado em ver nesses fenômenos um novo desenvolvimento da desagregação psíquica”.

A telergia é um fenômeno de desagregação e liberação das forças motoras, plásticas, etc. do homem, isto é, das forças físicas, corporais... Embora dirigidas pelo psiquismo inconsciente, como veremos. (Só por este aspecto já se compreende o quanto é perigoso fomentar os fenômenos parapsicológicos, porque a manifestação eqüivale a enfraquecer a síntese psicofísica do homem: são desagregações parciais, são desequilíbrios ao menos momentâneos...).

ANÁLISE DA TELERGIA – Há, porém, muita discussão quando se trata de determinar exatamente o tipo de energia que se libera nos fenômenos telérgicos. Mas é possível encontrar um denominador comum. Para a maior precisão neste ponto, as investigações devem prosseguir.
Muitos parapsicólogos antigos se inclinam a definir a telergia como uma força análoga, não idêntica, à eletricidade ou magnetismo, como temos visto ao estudar os “fluidos”. Esta teoria, vimos que se mantém entre muitos parapsicólogos modernos.

Desenho representando que a energia é uma só com diversas modificações
E precisamente por esta indeterminação da natureza exata da telergia, a sua explicação pode ser considerada como absolutamente certa, neste aspecto geral. Já em 1872, para citar um exemplo dentre os primeiros parapsicólogos. Chevillard expunha perfeitamente a atuação telérgica, considerando a telergia como uma força magnética, embora de um magnetismo diferente do magnetismo físico conhecido. E explicava: “Os movimentos chamados espíritas, de um objeto inanimado são um efeito real, porém neuro-dinâmico, dos pretendidos médiuns (psíquicos), que transformam o objeto em órgão exterior momentâneo sem terem consciência disso (...) A idéia da ação (...) transmite-se pelo fluido (telergia) ao objeto inanimado (...), e este executa (...) a ação, na qualidade de órgão automático, ligado pelo fluido ao ser voluntário, seja a ligação por contato ou a pequena distância. Contudo a pessoa não tem consciência de seu ato, porque não o realiza por um esforço muscular (...) Os fenômenos chamados espíritas não são mais do que manifestações inconscientes de ação magneto-dinâmica do fluido nervoso”.

Como expositor da teoria eletromagnética, no seu sentido mais estrito, podemos citar, entre os modernos, o famoso parapsicólogo F. Cazzamalli: O psíquico “sendo percorrido por correntes elétricas e eletromagnéticas, com efeitos radiantes, adquire a possibilidade de por-se diretamente em contato com (...) a realidade física ambiente (...) Propõe-se, destarte, uma nova (?!) hipótese interpretativa dos vários fenômenos de telepsíquia”, ou em outras palavras e concretizando mais, dos fenômenos de telergia.

ANALOGIA – Essa natureza elétrica ou magnética deve ser considerada, como dissemos, analógicamente, não estritamente; as teorias magnéticas ou elétricas estritas foram em geral rejeitadas, e isso já nos primórdios da investigação, como nas teorias de Mesmer.
O mesmo Reichenbach que tanto insistiu, como veremos, na analogia da telergia com a eletricidade ou magnetismo, demonstrou também que “a causa destes fenômenos é uma força natural particular (...), que difere de todas as forças conhecidas até hoje; nós a chamamos sob o nome de od”.

Entre outros autores, o professor Hare e o físico Dr. Valey estudaram expressamente o problema concluindo pela diferença evidente entre telergia e eletricidade comum (donde o primeiro queria deduzir, sem lógica alguma, um argumento em prol da intervenção dos espíritos dos mortos nos fenômenos de telergia. Ora, se os espíritos dos mortos tivessem essa energia física (?!), também a têm, e muito mais, as pessoas vivas).

Alguma analogia há, em certos casos, mas não identidade de telergia com eletricidade, como bem se expressava o Prêmio Novel em Fisiologia Charles Richet, em 1923, ao escrever: “Os fenômenos de telergia (...), se fossem fenômenos elétricos, não têm nenhuma relação com os fenômenos elétricos conhecidos”.

Enfim, a telergia não somente não é eletricidade comum, mas nem sequer, ou não sempre, condutora de eletricidade. Muitos afirmaram essa condutibilidade. Mas Grunewald incontestavelmente refutou a generalização de que sempre a telergia seja condutora da eletricidade.

O psíquico que Grunewald utilizou nas suas experiências foi selecionado entre cem que se apresentaram como extraordinários. O psíquico selecionado conseguira alguns fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos, como por exemplo golpes (tiptologia) sobre uma placa de alumínio colocada a uns metros de distância. A placa estava ligada à agulha de um eletrômetro, carregado com quinhentos volts. Quando o psíquico produzia o fenômeno tiptológico não se constatava nenhuma perda anormal de corrente no eletrômetro. Em contraprova, verificou-se que bastava aproximar a mão do “dotado” ao eletrômetro, para que este se descarregasse com bastante facilidade.

Mas este fenômeno só o psíquico conseguia realizá-lo, algumas vezes.
Grunewald deduziu de tudo isto, que a telergia não era condutora (ou não sempre) pelo fato de não descarregar-se o eletrômetro quando a telergia produzia pancadas sobre a placa eletrificada.

Outro exemplo dos muitos que se poderiam citar, o constituem os “raios rígidos” estudados pelo Dr. Ochorowicz com Stanislawa Tomczyk. “Os raios “rígidos” com muita dificuldade conseguem fechar um circuito elétrico ou descarregar um corpo eletrificado.
Isto demonstra que os “raios rígidos” podem não ser condutores.

ENERGIA BIO-ELÉTRICA – Examinando a diferença entre a telergia e o magnetismo ou a eletricidade, mas ao mesmo tempo constatando as analogias às vezes apresentadas, alguns parapsicólogos elaboraram a teoria da “bio-eletricidade”.

A natureza da telergia é uma “espécie” de eletricidade que não se submete, porém, às leis físicas comuns que governam a eletricidade; pelo contrário, apresenta as características peculiares da vida: os efeitos dessa “eletricidade especial” dependem da vontade inconsciente dos psíquicos. Não eletricidade, mas bio-eletricidade.

A telergia (ou energia biótica, como também é chamada) produz seus efeitos de modo análogo à eletricidade estática, como se o corpo do psíquico estivesse carregado de corrente de alta tensão. Em torno do corpo do psíquico, se forma um campo eletromagnético especial.

Neste contexto de analogia com a eletricidade, compreende-se que a bio-eletricidade seja facilmente condensada pela madeira, o que não acontece com a eletricidade comum. As mesas para movimentos por contato (paracinesia), tão utilizadas para sessões de espiritismo, preferivelmente devem ser de madeira e sem pregos ou quaisquer outros metais.

A cadeia ou corrente (todos agarrando-se pelas mãos), que se exige também em certas sessões de espiritismo, ocultismo, etc., consideram-na necessária para se obter que as linhas de força (telergia) de todos os presentes fiquem em fusão com as do médium: verdadeira cinergia. O médium seria como um diretor da energia bio-elétrica de todos.

O Dr. Maxwell, na sua excelente obra sobre os fenômenos parapsicológicos, é o principal expositor desta teoria. Mas não precisamente o inventor, como se tem afirmado, pois a teoria, com maiores ou menores variantes, é antiga e com bastantes patrocinadores independentes, como pode ser deduzido inclusive do que até aqui hemos exposto.

Mas, repetimos mais uma vez, nesta teoria deve ser destacado o prefixo “bio” na palavra bio-eletricidade. Ao prefixo “bio” dá-se um significado amplo: vital, especial, com relativa independência das leis físicas, dirigido pelo psiquismo inconsciente... que, aliás, em uns casos existe e em outros não, com a versatilidade própria de um fenômeno bio-físico...

TEORIA METABIÓTICA – Na realidade, a teoria metabiótica pode ser considerada como idêntica ou melhor, perfeitamente compatível com a teoria bio-elétrica.

A teoria metabiótica sobre a natureza da telergia é também conhecida, com pequenas variantes, sob os nomes de biopsiquismo, ezopsiquismo, psicodinamismo, animismo... Alguns destes nomes, etimológicamente, estão pessimamente postos, dado que a força não seria propriamente psíquica no sentido de extrasensorial, espiritual, Para-Normal, PN, mas física, corporal, sensorial, Extra-Normal, EN, embora dirigida pelo psiquismo inconsciente.

Mas o que nos importa agora é o conceito que na realidade aqueles parapsicólogos querem expressar com aqueles termos. O fator comum de todas essas nomenclaturas, que compreendemos sob o nome geral de metabióticas, é o seguinte: a telergia é uma exteriorização em determinadas circunstâncias, por parte do psíquico, das forças vitais ou psicofísicas, neuro-animadas, psico-musculares, bio-psíquicas, ou como queiram chamar as forças do composto humano. Estas forças são descargas (psicorragias) do próprio psíquico. Ou também, em menor escala, dos circunstantes, colaborando com a vontade inconsciente do psíquico.

Esta teoria foi a defendida por um grande número de parapsicólogos. Por exemplo, William Crookes, que expõe a explicação da “força psíquica” para os fenômenos de efeitos físicos, em particular os realizados pelos “médiuns” Fox e Home.

Barzini atribui os fenômenos de Eusápia Paladino, a grande médium napolitana, talvez a melhor psíquica mulher de todos os tempos, à exteriorização da “força nervosa”. Lombroso, que muito estudou principalmente Eusápia Paladino (e que também abandonou o Espiritismo, como a própria Eusápia), adere à mesma explicação. De Vesme fazendo à história de todos os fatos erradamente considerados espíritas, propõe também a explicação da “força psíquica”. Também Hartmann, Morselli, Tischner, etc., etc. defendem, com ligeiros acréscimos, a teoria que chamamos metabiótica, para explicação geral dos fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos (claro, menos os SN, enormemente superiores).

TEORIA ATOMÍSTICA - O professor Mackenzie propõe a teoria atomística para explicar a natureza da telergia. Do mesmo modo que dos corpos radioativos partem raios alfa, beta e gama, também do corpo humano do psíquico e dos circunstantes emergiriam, em determinadas circunstâncias, matéria (raios alfa e beta) e energia (raios gama) dirigidos pelo psiquismo inconsciente.

Com nomes modernos, esta teoria é, na realidade, a mesma teoria anterior. Trata-se unicamente, de forças físicas indeterminadas e várias, emanadas do corpo, e dirigidas pelo psiquismo; às vezes, simples “fluidos”, às vezes mais densas.

Mackenzie não pretende levar até às últimas conseqüências nem generalizar a analogia com a radiação atômica. E’ uma analogia, e a sua explicação, na realidade, adapta-se plenamente à teoria metabiótica ou, mais em geral, ao fundo comum de todas as teorias que estamos expondo sobre a natureza da telergia.

Agrande Eusapia paladino começou como médium espírita. Mas tanto foi pesquisada e tanto aprendeu, que terminou por rejeitar plenamente as diquisições do Espiritismo e se fez profundamente católica praticante.
EM CONCLUSÃO – A telergia está constituída por forças complexas. Variam essas forças segundo as circunstâncias. O melhor, o que será aceito por todos os parapsicólogos que estudaram a fundo a questão, é simplesmente dizer que a telergia é uma exteriorização e transformação das energias fisiológicas que se podem determinar no nosso organismo: elétricas, magnéticas, caloríficas, musculares, nervosas, vitais, motoras, plásticas, etc., Mas transformadas, repito. E podendo ser às vezes uma espécie de energia, outras vezes uma diferente, ou diferentes espécies.

Balfour foi talvez quem melhor, entre os pioneiros, propôs este conceito geral da natureza da telergia. A energia é uma só, que se conserva e se transforma segundo os diversos efeitos que realiza. A energia térmica, por exemplo, nos organismos vivos, por sua vez proveniente da energia química da combustão do oxigênio do ar com o carbono dos tecidos, se transforma em energia mecânica, donde procedem os movimentos e em conseqüência, o trabalho. A mesma energia térmica pode-se transformar em energia luminosa, como vemos nos animais fosforescentes, como o vaga-lume, pirilampo, lampíride, etc., ou em energia elétrica como na arraia, peixe-torpedo, peixe-ciluro, etc.

O conceito da transformação da energia física é hoje uma conquista da ciência e nisso se baseia toda a física moderna. Toda energia mecânica, por exemplo, pode-se transformar em térmica, luminosa, elétrica, química, etc. e vice-versa.

Portanto, os fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos (menos os SN), sejam quais forem, não são mais do que exteriorizações e transformações diversas da energia do organismo do psíquico: a essa energia fisiológica, exteriorizada e transformada para realizar fenômenos parapsicológicos, é que chamamos telergia.

COLABORAÇÃO DOS ASSISTENTES – A telergia pode completar-se com a colaboração dos assistentes, como temos repetido já várias vezes. Crawford talvez seja o primeiro a descrever como seria essa colaboração dos assistentes: “Pequenas partículas (ou mais exatamente, pequenas quantidades de energia transformada ou transformável) são emitidas do sistema nervoso (ou em geral, do organismo) dos assistentes (...) Essas pequenas partículas agora liberadas têm uma enorme quantidade de força latente, que lhes é inerente (...) Essa corrente de partículas energéticas flui em torno do grupo (...) Pelo aumento gradativo produzido pelos assistentes, a corrente alcança o médium num alto grau de tensão (...) de quem recebe incremento, atravessa novamente o círculo e assim por diante (...) O médium então dispõe de um reservatório onde busca enorme quantidade de matéria (melhor: de energia transformada).

Esta é em linhas gerais, a opinião de todos os estudiosos do tema, antigos e modernos. Assim, na época da Metapsíquica dizia, por exemplo, Conan Doyle, referindo-se ao parágrafo de Crawford que acabamos de transcrever: “Tentativa de uma explicação clara do que ocorre numa sessão de fenômenos físicos e é possível que descreva com muita precisão aquilo que realmente ocorre”.

Representando os modernos, René Warcollier escrevia: “Temos visto que o polipsiquismo (isto é: colaboração das forças “psíquicas” de várias pessoas para a produção dos fenômenos) pode existir teoricamente só de três formas (...) A mais verossímil é a de cargas provenientes dos assistentes e que se ligam ao psíquico, que as dirige inconscientemente”.

O que Warcollier chamava “polipsiquismo” (de polýs = muitos e psyjé = alma), e será esta a nossa nomenclatura por ser mais difundida, fora chamado por Ochorowicz “simbiose psicofisiológica” que indicaria melhor o fenômeno (do grego simbiosis, ou decompondo a palavra: sin = conjuntamente e bios = vida ou ação vital).

Nas sessões dos espíritas, o que eles chamam “ventos frios”, compreendem-se melhor sob esta perspectiva: seriam resultado da absorção pelo médium da energia do ambiente. A transformação da energia requer absorção de calor. Os mencionados ventos frios coincidem com a produção dos fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos mais espetaculares.

A SUTILEZA DA TELERGIA – A telergia, como se deduz de todo o exposto até agora, é algo material. A sua sutileza, porém, pode ser, em determinadas circunstâncias, muito notável.
Assim, por exemplo, o parapsicólogo russo Dr. Yourivitch constatou que a telergia (ou raios “Y”, do nome do pesquisador) emanada de certos psíquicos atravessava as placas metálicas com um poder de penetração superior ao dos raios X mais puros e dos raios gama do radium. A telergia atravessava até chapas de chumbo de três centímetros de espessura, colocadas a um metro de distância do psíquico em transe. Placas mais espessas, ou essas mesmas à distância notavelmente maior, não eram atravessadas. Com a interposição dessas placas, os efeitos do raio “Y” diminuíam.

Isto nos mostra que a telergia tem uma grande sutileza, mas nos mostra também que é material, dado que se lhe podem opor obstáculos materiais. Além do mais, como veremos em outras séries, não age estando o psíquico a uma distância claramente superior a 50m., nem age no passado nem no futuro.

* Outro parapsicólogo, o Dr. Du Bourg, fez fotografias do que ele chamou, como já dissemos, “tubo de força fluídica”, que emanava da mão de um grande realizador de fenômenos de efeitos físicos. A fotografia mostra a telergia visível, atravessando uma placa de chumbo de até cinco centímetros de espessura. Não, porém, de maior espessura.

* O notável parapsicólogo Dr. Ochorowicz, nas experiências com Stanislawa Tomczick, constatou que a telergia atravessava placas de vidro, de gelatina, e o que é mais interessante, de metal, com maior poder de penetração do que os raios X, mas não se o metal era um tanto mais grosso.

* Também o parapsicólogo do Dr. Alrutz com numerosas experiências comprovou que a telergia (ou “fluido magnético”) emitido atravessava facilmente uma placa de vidro de cinco centímetros de espessura e, com a mesma facilidade, placas de metal da mesma espessura.

* Etc., etc., etc.

IMPORTANTÍSSIMO

A tão difundida Micro-Parapsicologia da Escola Norte-Americana está erradíssima. Atribui todos os fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos a uma suposta faculdade espiritual, Para-Normal, PN, chamada Psi-Kappa, PK (do grego Kýnesis = movimento, e Psyjé = alma). Não existe PK. Nunca. Nas numerosas séries a seguir sobre os fenômenos parapsicológicos de efeitos físicos, veremos que todos eles se devem à telergia. A telergia é material, Extra-Normal, EN.

A Micro-Parapsicologia nega todos os fenômenos Supra-Normais, SN. Sem nunca have-los estudado! Em outras series, também numerosas, veremos que a autêntica Parapsicologia demonstra que há fenômenos Supra-Normais, SN, também de efeitos físicos, claríssimos, unicamente em ambiente católico, milagres divinos.