A respeito do artigo

“PRIMEIRA FOTOGRAFIA DA ALMA HUMANA”

Inicialmente reproduzo o artigo.
E pela repercussão mundial que teve, depois o analisarei. O problema é que se trata de um tema muito amplo. Só darei umas mínimas dicas (o recomendável seria fazer curso de Parapsicologia do CLAP:) pós-graduação (dois anos), ou ao menos de extensão universitária (10 dias intensivos na segunda quinzena de Janeiro.)

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Primeira Fotografia da Alma Humana

Uma operação cirúrgica que se complica uma paciente morta e uma foto misteriosa que oferece uma versão surpreendente do que sucedeu na sala de operação. De fato, pela primeira vez na história se consegue plasmar no papel a imagem da alma humana. Um acontecimento fora do normal revolucionou ao mundo médico e científico, reformulando uma vez mais a possibilidade da vida depois da morte.

Tudo começou com uma intervenção cirúrgica num hospital de Franfurt, Alemanha. A paciente faleceu sobre uma mesa de operações, mas o insólito do caso viria dias mais tarde, quando uma das fotos tomadas durante a operação revelou a existência do espírito da mulher. Tudo isto, pegou por surpresa a pesquisadores e céticos, já que a foto existe e muitos puderam vê-la.

Uma operação sem riscos

Quando karin Fischer, uma dona de casa alemã de 32 anos, foi internada no hospital de Frankfurt para submeter-se a uma operação, estava muito longe de imaginar a surpresa e as conseqüências que traria sua estadia na sala de operações. De fato, também não suspeitava que fossem seus últimos momentos de vida. A intervenção a que ia submeter-se, ainda que não fosse simples, também não era de alto risco; iam corrigir-lhe umas válvulas defeituosas que tinha implantada no coração. Mas algo saiu mal e uma série de complicações fez com que seu coração deixasse de bater depois de quarenta e cinco minutos do início da operação. Nos controles, o monitor cardíaco assinalava o estado de morte com uma linha reta que percorria a tela. Nenhuma das doze pessoas da equipe viu nada do que revelava a fotografia.

A fotografia surpresa

No momento de seu falecimento, Karin se encontrava rodeada de doze pessoas, todos eles membros da equipe de cardiologia: médicos, técnicos e enfermeiras comprovaram como todos os esforços para tentar reavivá-la eram inúteis. O professor Peter Valentin, diretor do Departamento de Divulgação Didática do hospital também estava na sala de operações. Naquela ocasião sua tarefa consistia em manejar uma câmara de fotos. É muito freqüente que, durante as intervenções, que se fotografe, ou se filme o trabalho dos cirurgiões; a fotografia ou filme é utilizado depois, para a divulgação científica, os arquivos médicos e, sobretudo, para as classes universitárias na faculdade de Medicina. Também foi o professor Valentín quem, poucos dias depois, depois de recolher o carretel do filme no laboratório e ver as cópias, não pode conter sua surpresa. Uma das fotografias mostrava, com toda clareza, como uma forma humana, difusa e transparente, elevava-se para o teto com o braços abertos. Era a foto de um espírito e além disso, estava saindo do corpo da falecida! O Papa JOÂO PAULO II recebeu uma cópia e os pesquisadores do Vaticano a estão analisando.

Peter Valentin não saía de seu assombro enquanto escutava as palavras do técnico em fotografia. A foto era autêntica! Um estudo mais profundo e detalhado levava à mesma conclusão: não existia montagem, não existia truque algum. Ademais, como se fosse uma ironia, na imagem podia ver-se claramente a tela do monitor no momento em que a paciente expirava, coincidindo com o momento em que o espírito saía do seu corpo. Ninguém tinha visto nada; a alma é invisível aos olhos humanos.

O professor Valentin decidiu comentar o caso com o pároco do hospital, um padre bastante lúcido e pouco amante de perder o tempo com trivialidades. Sua primeira reação foi a de exclamar: “Céu Santo, é uma alma humana!”. O padre fez questão de divulgar a notícia: pela primeira vez alguém conseguia fotografar uma alma. Remeteram-se cópias a muitos centros religiosos de toda Europa, bem como os maiores estudiosos do tema. A resposta da igreja foi imediata: o Papa JOÂO PAULO II pediu que se lhe enviasse uma foto para estudá-la nos laboratórios do Vaticano. Não existe ainda uma resposta oficial da Santa Sé; mas a foto já foi recebida e os técnicos de Roma continuam pesquisando. Suas primeiras impressões são positivas: tudo parece indicar que não há truque e que a foto revela a verdade: um espírito humano saindo de um corpo que acaba de falecer.

A Ciência se pronuncia

Um dos estudiosos da matéria que recebeu a fotografia é o doutor Frank Muller, cientista alemão que se dedicou a pesquisa exaustivamente o insólito documento. È a primeira vez que se obtém a imagem, da alma humana. Sua conclusão foi definitiva: é a prova que faltava, o que muitos tem procurado desde sempre. Segundo ele, a alma das pessoas tem uma vida eterna depois de deixar o corpo físico. A seu entender, isto é uma confirmação do que é narrado pela Bíblia, e sem truque possível, já que os melhores técnicos estudaram a foto durante várias semanas, com os aparelhos mais sofisticados e o maior interesse.

Para o Doutor MULLER, está claro que sempre terá gente cética que se negue a acreditar na evidência, mas também, eles não tem uma resposta convincente, que explique a presença da imagem sobre o papel. È uma questão de extremos onde, uma vez mais, o inexplicável, tem um papel relevante. Não cabe lugar a mais estudos; a ciência demonstrou que é uma fotografia autêntica, sem truques ou montagens de nenhuma espécie. Agora só resta, aceitar as coisas como são sem maiores discussões. Enquanto isso, muitos sugeriram que poderia tratar-se da foto mais importante obtida, em todos os tempos.

Outra prova da imortalidade da alma.

Jairo González

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ANÁLISE
Escreve o articulista:

“Pela primeira vez na história se consegue (...) a imagem (...)”. “É a primeira vez que se obtém a imagem (...)”.
Resposta:Na realidade é um fenômeno freqüente, dentro da raridade dos fenômenos parapsicológicos. Há, e o CLAP tem muitas fotografias análogas (apresento pouquísimas para a análise).

 Na Igreja de São Nicolas, em Arundel (Inglaterra). O pároco estava ocupado inevitavelmente detrás do altar, mas queria ir urgentemente a celebrar a missa, pois a comunidade estava esperando havia bastante tempo. Os outros fiéis só viam um tênue fantasma. Uma psíquica via perfeitamente o padre (o cérebro supria). Tiraram a fotografia, na que se percebe inclusive o Cordão Ectoplasmático, procedente de onde estava o padre, para formar o fantasma.

– “(...) a imagem da alma humana”.
Resp.: Não é a alma humana. Sendo espiritual é completamente imaterial. Não tem forma. Portanto é essencialmente invisível e infotografável, também não a podemos tocar ou sentir...

 Num campo de golfe, em Aetna (Califórnia) todos viam, embora transparentes, uns monges com círios (O cérebro pode suprir: vejam muito melhor que nas fotografias). Séculos antes houvera lá um convento de monges que faziam procissões. Um pequeno grupo de pessoas era entusiasta do local. Algum deles, ou vários em colaboração poli-psíquica, provocava a fantasmogênese. Não na ausência deles. Com a fama o fato foi fazendo-se mais freqüente. Entre muitas outras, Entre outras varias, esta foto pelo Dr. Andrew Von Salza.   

“A paciente faleceu”. “Saindo de um corpo que acaba de falecer”.
Resp.:Entre a morte clínica e a morte real, total, pode haver um período de até 21 dias: podem fazer-se transplantes, há milhões de células vivas, animadas,  portanto não se completou a morte. Até mais ou menos uma hora após a morte clínica pode haver revitalização. E neste caso os médicos fizeram:
 
“todos os intentos para tentar reanimá-la”
R.: Mais exato seria dizer revitalizá-la, voltá-la à vida normal, porque animado estava esse corpo material ate completar-se a morte e a ressurreição.

“O momento em que o espírito saia do corpo”. “Um espírito humano saindo de um corpo”.
R.:Não há tal saída. É troca. À medida que vamos morrendo vamos trocando o corpo material pelo corpo glorioso. Trata-se de corpo-animado. Animado o corpo material nesta vida, e animado o corpo glorioso, eterno, na ressurreição. Nem por uma fração de segundo existe alma humana sem corpo. Não existem espíritos de mortos (nem Ka, nem Perispírito, nem Duplo Etéreo, e tantos outros nomes que a superstição têm dado a suas invencionices a este respeito).

 

1950. Cornélio Jorge Bering, de Buenos Aires. Consultou ao CLAP. Numa situação de grande emoção falando da ex-mulher. Todos viam alguns segundos antes, durante a lenta preparação e tiragem da fotografia e alguns segundos depois. Como se fosse parte do rosto da namorada saindo dele.

                                                                        
“Outra prova da imortalidade da alma”.
R.: Há várias provas, irrefutáveis, da imortalidade do ser humano, corpo-alma. Mas estas fotografias nada provam a esse respeito.

Não é estranho que os cientistas citados, inclusive sacerdotes, nada entendam destas fotografias.  Os cientistas falem das suas especialidades. Fatos misteriosos do nosso mundo pertencem à Parapsicologia.

E os teólogos... Como muito bem dizia o famoso teólogo e grande parapsicólogo, Padre Karl Rhaner S.J., os teólogos falem de Doutrina sobrenatural, inobservável... Se antes a Parapsicologia demonstrou que foi de fato revelada e não inventada. Assinada por verdadeiros fenômenos SN (Supra-Normais, Sobre-Naturais, e não falsos milagres). Os melhores parapsicólogos do mundo são também teólogos, sacerdotes, porque interessa muito à religião racional, adulta, autêntica, bem diferentes de tantas religiões inventadas, bem diferentes de tantas superstições como a interpretação falsamente religiosa que se cita no artigo. Continua o Pe. Karl Rhaner: Quando os teólogos que não sabem Parapsicologia entram nos fatos do nosso mundo (as chamadas aparições, possessões, revelações, mística, milagresetc.) suas afirmações não passam de disquisições intelectuais.

O objeto dessas fotografias, como a feita quando a operação de Karin Fischer, são exteriorizações de energia corporal. (Telergia ou tênue Ectoplasma). Claro: com extensão da atividade da alma.

O acontecido com Karin Fischer, em Parapsicologia é chamado OBE (Out of the Body Experience).

Há outros tipos de fenômenos análogos, chamados em Parapsicologia, de acordo com pequenas diferencias: Fantasmogênese, Bilocação (Fantasma de si mesmo), Escotografia (Fotografia do Pensamento), etc.

Em Fortaleza (Ceará, Brasil - Quero frisar que são fenômenos de todos os países).
O engenheiro responsável de reformas muito delicadas, difíceis e muito esperadas pelos habitantes, que reclamavam dos trabalhadores, ia pouco... E era ansiosamente esperado pelos operários. Assim surgiu o fantasma dele. O agente dessa fantasmogênese foi algum deles, ou vários em maior ou menor colaboração por contágio. 

Em Marcelino Ramos (perto de Erexim, Rio Grande do Sul, Brasil). Esse senhor e essa senhora queriam casar-se. Para evitar críticas na cidadezinha queriam casar na Igreja, mas ele estava casado e o pároco não o permitia. Eles mataram a esposa e o bebe, os enterraram secretamente e espalharam que a esposa fugira com a criancinha. Passado algum tempo casaram na Igreja. Para comemoração, fizeram-se fotografar. E surgiu a Escotografia da lembrança de como estavam a esposa e o bebe quando os assassinaram. Tiveram que reconhecer o crime. Foram condenados. Também a alma da roupa e da cama? Absurdo Espiritismo...

 

 Na sala principal do teatro da ópera de Paris. Em várias oportunidades todos viam quase perfeitamente, menos transparente que nesta entre tantas fotografias, sentado numa cadeira o encarregado, muito saudoso do que habitualmente fazia nessa cadeira. E o encarregado, nessas ocasiões estava chegando à porta.

Sempre o efeito é a menos de 50 metros do agente. É um fenômeno EN = Extra-Normal, sensorial, não PN = Para-Normal, extra-sensorial. (Mas há também fenômenos SN = Supra-Normais, Sobre-Naturais, milagres, muito superiores, inclusive a quilômetros de distância).