Antes da Assembléia ministrará palestras em Rio e São Paulo.
Alain de Botton critica asperamente as Universidades porque não ensinam o ateísmo.
Critica também os “ateus radicais”. Assim os classifica porque não utilizam o que ele considera um valioso aspecto das religiões: “As técnicas que os sacerdotes utilizam para divulgar suas falsas mensagens”.
Critica asperamente as religiões, principalmente porque, segundo ele, “DEUS não existe, é uma criação dos sacerdotes para atenuar os nossos medos”. Repete assim o erro dos ímpiosdo século XVIII, particularmente um dos erros de Voltaire.
REFUTAÇÃO
Ora, dizer que a crença em DEUS teve sua origem no temor, educação, influencia dos legisladores e sacerdotes como fundadores da Religião, “é um ridículo anacronismo”. Teria desaparecido com eles, como chegou a reconhecer o próprio Reinach.

François Pierre Guillaume GUIZOT (1787-1874). Desenho de Vibert, exposto no castelo de Versalhes
E o grande historiador francês Guizot: “Saiamos das crises enfermiças de alguns que pretendem proclamar o ateísmo, ignorando a historia formal e permanente. A crença no Sobrenatural é um fato natural, desde o inicio da humanidade, universal, em todos os tempos, em todos os lugares, em todos os graus da civilização de todo o gênero humano (...) E esta crença instintiva é indestrutível, esse fato geral e constante na historia da humanidade, é o que uns poucos pretendem destruir. Vã quimera, incrível fatuidade desses poucos”.
E os ateus certamente são pouquíssimos. Os verdadeiros cientistas de todas as ciências acreditaram em DEUS. Cito só alguns mais célebres:
- Na Matemática e Astronomia: Copérnico, Galileu, Kepler, Newton, Cauchy, Herschell, Le Verrier, Laplace, Faye, etc.
- Na Física: Ampere, Volta, Mayer, Liebig, Dalton, etc.
- Nas Ciências Naturais: Cuvier, Agassiz, Latreille, Milne, Saint-Hilaire, Wurtz, Chevreul, Pasteur, De Lapparent, etc.
- Na Cristalografia Hauy, De Quatrefages, Van Beneden, etc..
- Até DARWIN e LAMARCK, inventores do errado transformismo, prestam homenagem ao CRIADOR.
Em vez de CRIADOR, DEUS, os ateus propõem uma evolução absoluta (mais errada que o Transformismo).
Ora, é evidente a evolução dentro da mesma espécie. E nessa evolução percebe-se a enteléquia: um sublime plano desde as origens de cada espécie através dos séculos até a situação atual. E haverá que ver até quando continuará a enteléquia.
Mas a pretendida evolução de nada à tudo, e também de uma espécie para outra, embora muito pretendida pelo absurdo ateísmo, não tem nenhuma base:
Claro, “do nada ao tudo” é um absurdo simplesmente de loucos.
Mas inclusive contra a pretendida evolução de uma espécie a outra: nada disso tem base, nada disso foi encontrado nos fósseis. E foram encontrados fosseis que indicam a repentina aparição de espécies, que depois vão evoluindo com admirável enteléquia.
E não há possibilidade de conseguir mudar de uma espécie a outra. Na realidade além da primeira CRIAÇÃO, tudo prova a CRIAÇÃO de cada espécie, que pode ir evoluindo dentro dessa mesma espécie.
É certo que o ser humano teve como antecessores uma ou várias espécies de símios. Mas nessa ou nessas espécies simiescas houve uma intervenção do CRIADOR, em lugares muito distantes em todo o mundo, substituindo a alma material, irracional, temporal por alma espiritual, racional, imortal. E certamente deu-lhes algumas novas formas, constituindo diversas raças, inclusive suprimindo a cauda e outras características.
E assim, mesmo os mais antigos ancestrais humanos, essencialmente superando os símios, apascentavam rebanhos e cultivavam a terra, comiam carne e plantas inclusive cozinhadas ao fogo, fabricavam instrumentos, inclusive lanças, desenhavam nas suas cavernas, sinais e letras, por tanto certamente que também falavam, etc., etc. como comprovaram os Drs. Dubois, Koemgswald, Fuhlrott e demais descobridores e estudiosos dos fosseis dos homens iniciais. Os símios nada daquilo são capazes de fazer.
Como se tem constituído uma máxima consagrada através dos séculos: “Creator apparet magnus in magnis et máximus in mínimis” (“O Criador se mostra grande nas coisas grandes e máximo nas mínimas”).

Albert Einstein (+ 1955), que marcou decisivamente o desenvolvimento da ciência moderna, Prêmio Nobel de Física em 1921
“Nas máximas”: Einstein declarou:
- “Admiro o GÊNIO que concebeu o universo”.
- “Esta conceição de uma RAZÃO SUPERIOR que se manifesta no mundo da experiência é minha conceição de DEUS”.
“Nas mínimas”: Só um louco, como os ateus, pode não admirar, por exemplo, num pequeníssimo inseto a existência de cabeça com cérebro, olhos de ótima visão, ouvido, antenas, boca, sensibilidade maravilhosa...; corpinho com asas, muitas patas complexas é ágeis, intestinos, reprodução...; etc., etc., etc.
Como Tresmontant afirma brilhantemente: “O ateísmo não pode reivindicar de modo algum o caráter de científico (...) O ateísmo consiste em sobrecargar o universo do ponto de vista ontológico, em afirmar do universo aquilo que só é verdadeiro em relaçãoao ser absoluto. (Declaram-se ateus, mas contraditoriamente, sua afirmação) é a divinização do universo”.

Carl Gustav Jung (+ 1961), pai da Psicologia moderna, com profundo interesse, estudo e conhecimento de todas as religiões,
Jung garante em seu livro “Psicologia e Religião”:
- “O psicoterapeuta tem obrigação de ter presente que certas convicções religiosas são necessárias na vida das pessoas”
- “Nenhum dos meus clientes foi realmente curado sem ter recuperado a visão religiosa”.
-“Durante os últimos trinta anos, pessoas de todos os países civilizados da terra me consultaram. Eu hei tratado varias centenas de pacientes (...) Entre todos meus pacientes na segunda parte da vida (isto é, de mais de trinta e cinco anos) não houve nenhum cujo problema não fosse o de encontrar em último recurso um ponto de vista religioso da vida. Pode-se afirmar que cada um deles adoeceu porque havia perdido aquilo que as religiões vivas de todas as épocas hão dado a seus seguidores”.
- “Nenhum daqueles que havia sido realmente curado ficou sem readquirir visão religiosa da vida”.
- “A atitude religiosa é um elemento da vida psíquica, cuja importância dificilmente pode ser encarecida”.
-“O conceito de DEUS é uma função psicológica certamente necessária”.
- “O reconhecimento pelos cientistas de fatores espirituais em sua visão da verdade é de vital importância”.
- “Sem dúvidas é tempo de que clérigo e psicoterapeuta juntem suas forças para realizar esta importante empreitada. (...) Julgo que lado a lado com o declínio da vida religiosa, o surgimento das neuroses é notavelmente mais freqüente”.
Absurdo, pois, quea “Assembléia de Ateus” pretenda defender e contagiar muitos com sua profunda loucura (localizada: parafrenia. Em outros temas podem ser normais e até muito sensatos).
O famoso médico e anatomista dinamarquês professor em Jackov, Benignus Winslow, com o apoio de numerosos outros especialistas como Chaturvedi e Sykes, Appasany, Rebecca Beard, Bardsley e Purcell , William James, Iremonger, Thomas Kelly, Kathryn, Emily Neal, Stephen Neil, Bishop Newbigin, Agnes Sanford, e David Wilkerson, garante que “alta porcentagem de curas, não só de depressão ou equivalentes, senão também orgânicas como úlcera gástrica, artrite reumática etc. só sararam por tratamento também espiritual ou moral”.
Erich Fromm: “A esperança em DEUS é um elemento essencial da estrutura do ser humano”.

Arnold Joseph Toynbee, historiador britânico, professor na Universidade de Londres
O Dr. Toynbee, é autor de muitas obras, inclusive, do maior interesse para o tema de que agora tratamos: “Como um Historiador Vê a Religião” (1953) e “Estudo Interpretativo e Comparativo das Civilizações Mundiais”, 12 volumes, sendo o último publicado em 1961. Como historiador, ele que antes da pesquisa se havia declarado agnóstico, passou a reconhecer insistentemente, amplamente, a necessidade da Religião. P. ex.: “Oferecer ao homem conceitos teóricos como substituto da Religião é tão insatisfatório como oferecer uma pedra a uma criança que está pedindo pão”.
David Livingstone: “Duas coisas que não é necessário ensinar a nenhum povo por degradado que seja: a existência de DEUS e a sobrevivência”.
Monsenhor Leroy: “Quem viveu muitos anos com nossos primitivos (...) logo chega à conclusão de que, além do Naturalismo, do Animismo e da Feitiçaria, existe sempre real e viva (...) a noção de um DEUS superior – superior aos homens, aos manes, aos espíritos e a todas as forças da Natureza. As outras crenças variam segundo as diversas `seitas´ dos ateus”.
Max Mullerapós amplo estudo garante que os politeísmos na realidade são só aparentes: “As primitivas raças pagãs não eram politeístas propriamente falando (...) Em certo sentido adoravam um ser uno. As suas homenagens eram prestadas à divindade, mesmo que a imaginassem sob diversas formas pessoais. Divindade velada por símbolos, que recebiam sucessivamente homenagem soberana”.
Há desconhecimento, mesmo por muitos Sacerdotes e Agentes de Pastoral, dos verdadeiros milagres e até do seu autêntico conceito.
“Os milagres são o critério único suficiente e necessário da Revelação”, afirmou oConcilio de Trento e verificado pela Parapsicologia. Ora, DEUS não pode haver revelado nem sequer duas religiões, diferentes e até contraditórias.
Por outra parte a falsíssima classificação como milagres apresentada por curandeiros espíritas, e principalmente por pastores “evangélicos”, ocasiona a adesão cada vez maior da população a essas religiões em procura dessas pretendidas curas.
  
Ora, com referência aos pastores “evangélicos” trata-se de sugestão, contágio psíquico na multidão, e quanto mais “exorcismos” mais “endemoninhados”. Curandeirismo proibido por lei. Além de que nenhuma doença se deve aos demônios e não existem possessões demoníacas, como se prova num livro do parapsicólogo Pe. Quevedo: “Antes que os Demônios Voltem” (“Voltem” porque parecia que a mentalidade da Bruxaria havia sido erradicada).
Mais, em outro livro também de autoria do Pe. Quevedo: “O Poder da Mente na Cura e na Doença”, se demonstra que a sugestão pode causar a perda dos sintomas, ficando as causas de tais doenças, e assim podem ressurgir as tais doenças inclusive mais graves.“E muitos doentes, achando-se curados (pelo desaparecimento dos sintomas) podem até morrer, muito agradecidos ao curandeiro que os matou”.
Quando os sintomas ressurgem inclusive mais graves, tais pessoas sentindo-se fracassadas nessas falsas religiões que dizem dominar os milagres de cura, frequentemente caem no ateísmo (se, como seria certo, não trocam de Religião. Quantos e quantos doentes, fracassados na cura por falsas religiões, encontram verdadeiros milagres de cura em Lourdes, Fátima, Aparecida, etc., etc.).
- Thomas Alba Edison: “Ciência sem fé é loucura”.
- Aristóteles garante: “O que toda a humanidade instintivamente julga verdadeiro, é uma verdade”. Ora, a História testifica que em todos os tempos e paises todos os povos creram na existência de DEUS. Logo DEUS existe.
- Marcus Túlius Cícero: “Não há nação alguma tão rude e selvagem que não creia na existência da divindade, ainda que se engane a cerca da sua natureza”.
- De Quatrefages: “Compelido por causa do ensino a estudar todas as raças humanas procurei o ateísmo nos povos mais bárbaros e nos mais civilizados; mas em nenhuma parte o encontrei a não ser em indivíduos isolados (...). O ateísmo existe somente em estado errático”.
- Monsenhor Le Roy: “Multiplicaram-se as investigações para descobrir um povo ateu. Durante algum tempo, julgaram haver encontrado um na Oceania, nas ilhas incultas de Adaman habitadas por uma tribo de negros tão primitivos, que não sabiam cultivar a terra nem criar o gado. Mas depois de um exame mais profundo, reconheceu-se que também esses homens incultos admitiam um único DEUS, Criador e remunerador. Igualmente tiveram de reconhecer que os Negritas da península de Malaca (capital de Malásia) e das Filipinas, os Pigmeus da África, os Hotentotes e os Bochimanos praticavam a Religião”.
- Livingstone: “Por maior que seja o primitivismo desses povos, há sempre duas coisas que não é preciso ensinar-lhes: a existência de Deus e a imortalidade da alma”.

Sigmund Freud
- Freud inicialmente por apriorismo era materialista.
Mas por motivo de certos fenômenos parapsicológicos experimentados por Carl Gustav Jung e de que lhe falavam alguns dos seus pacientes, junto com Jung inscreveu-se na SPR (“Society For Psychical Reseach” = Sociedade de Pesquisas em Parapsicologia) de Londres. E lá conheceu a faculdade PSI-GAMMA (= Conhecimento Espiritual) ou ESP (=Percepção Extra Sensorial).
Hoje nenhum parapsicólogo pode ser materialista. Assim grandes pesquisadores russos, como Vassiliev, Guliavev, Betcherev etc. que pelo ambiente haviam caído no materialismo, estudando Parapsicologia tiveram que reconhecer que todos os seres humanos têm alma espiritual. Nenhum conhecedor de Parapsicologia pode ser materialista.
Encontraram-se também com os Fenômenos SN (Supra-Normais, milagres). E por isso Freud, no final da sua vida converteu-se ao Catolicismo.
Milagres antigamente só existiram no Judaísmo até dois séculos antes de Cristo, e depois só e muitíssimos no Catolicismo. Todo conhecedor de Parapsicologia tem que ser católico.
Sobre este tema dos numerosíssimos milagres católicos ao longo da historia até hoje, se há publicado muito inclusive e destacadamente após ampla pesquisa em Lourdes, Fátima, Zaragoza (Virgem Del Pilar), etc., etc., e para a beatificação e canonização, como “assinatura” de DEUS.

Basílica de ”Nuestra Señora del Pilar”. Está construída sobre a “aedícula” (= capela) de 18 x 18 metros, o primeiro oratório mariano da história, mandada construir pelo Apóstolo Santiago. Na guerra civil os comunistas jogaram uma bomba, que deixou nas pedras da cúpula um buraco de mais de um metro e de largura perfeitamente igual ao da bomba, que ficou no chão sem explodir. Posteriormente jogaram outra bomba, caiu no pátio, não explodiu, simplesmente levantou quatro paralelepípedos, ficando uma forma de cruz, que os fieis recobriram, até hoje, com ouro.

Altar mor. Grande quantidade de diamantes, pérolas, todo recoberto com ouro. Tudo doações principalmente das pessoas que foram beneficiadas com grandes MILAGRES.
Os milagres são também provas da existência de DEUS...
(Os livros aludidos sobre milagres e demonologia, e outros muitos sobre Parapsicologia, estão citados na loja e lá também se indicam os preços e a maneira como podem ser adquiridos).
Pelos Fenômenos SN e também havendo aceitado o Transconsciente, isto é, o instinto universal na procura de DEUS, fator que demonstraram famosos psicólogos como Igor Caruso, Lain Entralgo, López Ibor, etc. e hoje aceito pela Psicologia universal:
- Freud escreveu ao paparsicólogo norte-americano Jan Ehrenwald: “O ateu não é ser humano” (igualou-se aos animais).
Todos os ateus, como a “Assembléia de Ateus”, negam a verdade histórica dos milagres concretamente do Novo Testamento bíblico, qualificando-os de invenções muitíssimo posteriores.
Ora, quanta ignorância ou preconceito! Do Novo Testamento e especialmente dos Evangelhos conservamos milhares e milhares manuscritos de fragmentos e de livros inteiros.

Sir Frederic Kenion
- Kenion, grande especialista nesse tema, atestou: “O número de manuscritos do Novo Testamento, de primitivas traduções, e de citações nos escritores mais antigos é tão grande que não se pode duvidar da autenticidade. Não se pode dizer isto de nenhum outro livro antigo no mundo”.
Mais: são relatos e comentários de toda aquela historia de Jesus e dos apóstolos escritos por contemporâneos, para contemporâneos, muitos dos quais deram sua vida garantindo assim a verdade do que acreditavam e ensinavam.
- F. F. Bruce, concretamente com referência à histórica antiga, insiste:
- “O Novo Testamento é a verdade histórica antiga imensamente melhor documentada”, porque:
- O mais antigo manuscrito da “Guerra das Gálias”, de César, é de 900 anos depois dos dias de César.
- Dos 142 livros sobre a “História Romana” escritos por Tito Lívio (59 a.C. a 17 d.C.) o mais antigo dos manuscritos, contendo fragmentos dos livros III-VIII, remonta ao século IV.
- Dos 14 livros das “Historias” escritas por Tácito (circa 100 d.C.) e dos 16 livros dos seus “Anais” só existem dois manuscritos, um do século IX e outro do século X.
- Da “História” escrita por Tucídides (circa 460 ate 400 a.C.) temos alguns fragmentos de papiros do inicio da era cristã e oito papiros completos, sendo o mais antigo de século IX.
- A “História” escrita por Heródoto (circa 488-428 a.C.) data de 1.300 anos depois dos originais.
E qual ateu negaria a existência de Homero e das personagens e fatos que descreve na “Ilíada” e na “Odisséia”? Ora, os manuscritos que conservamos são todos posteriores ao século IV sendo que Homero era de oito séculos antes.
Assim é pouco afirmar com Freud e Jan Ehrenwald que “o ateu não é ser humano” (igualou-se aos animais). Na realidade o ateu é imensamente inferior ao burro, pois nenhum burro esqueceria alguma situação de tamanhas dimensões que experimentasse...
São inúmeras as provas do desespero, da rebeldia contra tudo e contra todos em que, a partir do século XIX caíram os ateus. (Pura loucura.. Por tanto ou manicômio ou cárcere):
- Em Max Stirner (1806-1856), encontramos virulência contra todos e contra tudo o que alguém possa tocar. A verdade consistiria em sentir-se dono só de si mesmo. E a partir de Max Stirner a onda de virulência nunca cessou de aumentar. Por exemplo, entre tantos:
- Nietzsche, por ser ateu, afirma de si e de todos os ateus por ele conhecidos: “Eu me rebelo, e todos os ateus somos rebeldes”.

Jean Paul Sartre
- J. P. Sartre proclamava: “A vida e a morte são absurdas. Nascemos sem motivo e morremos por acaso. Não há possibilidade de realização. E menos de leis. E, em conseqüência, violência sempre que te convenha alguma coisa”.
- Albert Camus: “A vida é absurda, ninguém tem direito a nada. Por tanto se alguma coisa convier a alguém, violência contra os outros. E como a existência não tem sentido, em caso de desespero, o suicídio”.
- M. F. Le Dantec, proclamava-se ateu, mas pesquisando terminou por reconhecer que “uma sociedade em que todos fossem ateus, naturalmente terminaria por uma epidemia de suicídios”.
(Analogamente, o rei de Espanha Carlos V, como também Napoleão, perante a vida totalmente desregrada dos ateus, deduziram : “Um povo ateu não se governa, se fuzila”).
Todas essas proclamações de independência e egoísmo que acabamos de citar, mostram claramente uma das principais causas do ateísmo: as paixões, o egoísmo absoluto contra todos e contra tudo que constitua uma censura.
Como explicam muito bem:
- Monsenhor Frayssinous: “Há sempre no coração desregrado motivos secretos para julgar falso o que é verdadeiro (concretamente DEUS e a Religião) (...) Facilmente se acredita no que muito se deseja (o Ateísmo). E quando o coração se entrega à sedução dos prazeres ilícitos, o espírito abraça voluntariamente o erro (‘a Religião é mera invenção’) que lhe dá razão”.
- Padre Bourget, grande psicólogo, numa análise penetrante que faz do Ateísmo: “O homem quando abandona a fé, desprende-se sobre tudo do que considerava uma cadeia insuportável aos seus prazeres”.
- G. Milanesi: “É um fato suficiente para que seja despertada a atenção dos psicólogos, dos sociólogos, e dos educadores, mesmo que fosse somente em razão da quantidade e da complexidade dos problemas que o ateísmo suscita e das perspectivas que ele provoca nos indivíduos e nos grupos sociais”.
- G. W. Açport, C. Rogers e H. Thomae: “Muito contribuem os chamados ‘meios de comunicação de massa’. As mensagens que se introduzem na cultura através da imprensa escrita e falada, especialmente do cinema, podem, em razão de sua quantidade, (...) aumentar o estado de confusão cultural no qual os jovens se debatem (...) Tudo isto põe em crise todos os valores inclusive os mais estritamente dependentes de um fato religioso. Daí uma influencia direta sobre a religiosidade , como também causam um nivelamento dos valores religiosos e valores profanos”.
- J. Birardi e J. F. Six: “Considerando o desenvolvimento de atitudes religiosas negativas que preduliam a irreligiosidade e o ateísmo, não é difícil encontrar uma personalidade desprovida de base ou pouco dotada de valores sociais e morais, abertos a uma correlação positiva com a religiosidade. É aqui que se coloca todo o problema de uma sociedade que pouco a pouco se seculariza e que produz indivíduos munidos se uma personalidade de base fechada aos valores religiosos”.

Padre Victor Carrier
- O Pe. Carrier, fundamentando-se nas ideias de Allport, Grensted, Sherman, Erickson e Jung, afirma que “a superioridade funcional da religiosidade assegura a integração pessoal do individuo”.
Tal afirmação baseada em constatações pesquisadas é indiretamente a prova de que uma nova dinâmica existe no ateísmo: nenhum valor de substituição, do ponto de vista psicológico, é satisfatório, de modo que ele deixa porta aberta a uma pesquisa de um “ABSOLUTO” que tem um papel integrador maior.
Muitos são aqueles que pensam que a doença atual, devida sobre tudo à desordem transacional dos valores e das funções, serve de purificação da religiosidade dos jovens e prelúdio à possibilidade de uma retomada também da prática religiosa e da integração religiosa, social, cultural.
Etc., etc., etc. Seria interminável apresentar todas as refutações e autoridades de máximo prestigio contra o ateísmo...
CONCLUSÃO
Ateu = à toa
Perante tantas provas e testemunhos da necessidade e importância da fé em DEUS, que venham agora uns degenerados fazendo propaganda do ateísmo e até organizando essa absurda “Assembléia de Ateus” é caso de manicômio ou de cárcere. |