Importância da parapsicóloga

Albert Einstein: “Ciência sem Religião é paralítica. Religião sem ciência é cega”.

Thomas Alba Edison, com menos diplomacia que Einstein, proclamou: “Ciência sem fé pode ser loucura. Fé sem Ciência é fanatismo”.

Montaigne: “É indispensável acompanhar nossa fé com nossa razão”.

Sir Alister Hardy, professor no “Manchester College”, Oxford, no Congresso Internacional de Parapsicologia de Agosto 29 a 31 de 1973, em Londres, como também no Congresso Internacional de Saint Paul de Vence, França: “o estudo da Religião pela Parapsicologia eu acredito enfaticamente que é justamente o que mais necessitamos”.

Werner Keller: “E uma coisa pode-se afirmar: os resultados das pesquisas da Parapsicologia (...) arejarão com sua atmosfera fresca e vital as salas de outras disciplinas. Varrerão o pó e porão dúvidas ou lançarão pela borda muitas negações ou afirmações que sempre foram dadas por estabelecidas. Quase nenhuma ciência será respeitada. Porque a Parapsicologia bate implacavelmente em muitas portas, seja a Física, a Biologia, ou a Teologia”.

E a UNESCO em frase do seu presidente J. Huxley, declara: “Deve a UNESCO (...) zelar particularmente para que se explorem com bastante cuidado os domínios situados nos confins da ciência (...), o que na hora atual se chama Parapsicologia”

E os Prêmios Nobel Henri Bergson e Werner Keller esperam que a Parapsicologia, “esta nova ciência recuperará o tempo perdido por séculos de numerosas religiões e confissões religiosas irracionais por um lado e do materialismo por outro”

E por esses motivos deduz e confirma Harry Price, professor na Universidade de Oxford: “A Parapsicologia é o mais importante campo de pesquisa jamais empreendido pelo homem, e é dever de todo cientista familiarizar-se com ela” (Citado por Werner Keller, op. cit., págs. 1 e 19).

Assim como Charles Richet titulou a Parapsicologia como “a grande esperança”, o célebre filósofo católico Gabriel Marcel concretiza: “A revolução na ciência causada pela Parapsicologia fará que ninguém possa ser materialista e abrirá a prisão em que o agnosticismo e ateísmo encerraram a humanidade”.

Aliás, esse é mandamento na Bíblia: “Por que tu rejeitaste à ciência, eu te rejeitarei do meu sacerdócio” (Os 4,6).

São Pedro: “Sempre prontos a dar razão de vossa esperança e fé” (1Pd 3,15).
É também mandamento da Igreja: Pio IX e o Concílio Vaticano I proclamam que “corresponde às ciências humanas demonstrar o fato da revelação”. O mesmo proclama o concílio Vaticano II. Neste caso o prestigioso parapsicólogo Dr. Gerard Frei teve acesso aos originais, e manifestou que em vez de “ciências humanas” haviam escrito “Parapsicologia”. Na publicação alguma autoridade trocou os termos precisamente pela oposição que muitos, tanto teólogos como outros cientistas, têm contra a Parapsicologia..., que não conhecem.

Trata-se de procurar a verdade religiosa e seus fundamentos. Para aprovar ou para negar muito do que sem a Parapsicologia passa como verdade revelada. Religiões, seitas, Espiritismo... sem Parapsicologia, levam seus seguidores, a ficar “no ar”, fé infantil, irracional.

O Vaticano II pede com grande ênfase que a Teologia procure a verdade de acordo com a Ciência. Uma das petições fundamentais do Concílio, especialmente na Constituição Pastoral sobre a Igreja no mundo atual (“Gaudium et Spes”) é a recomendação de que se busque e se proclame à verdade em diálogo constante com as ciências profanas. A Igreja necessita ajuda dos que “conhecem a fundo as diversas instituições e disciplinas“ “Dado que os mais recentesestudos e as novas descobertas da ciência (...) suscitam problemas novos, que trazem consigo conseqüências práticas, e inclusive reclamam novas pesquisas teológicas... Há que reconhecer e empregar suficientemente no trabalho pastoral não só os princípios teológicos, senão também as descobertas das ciências profanas, sobre tudo em Psicologia (Parapsicologia), conduzindo assim os fiéis a uma mais pura e madura vida de fé”.

Pio IX incumbiu ao Pe. Raupert de estudar a fenomenologia do Espiritismo etc.   
Igual João Paulo II, como o próprio título proclama “Fides et Ratio” (Fé e Razão), advertiu contra uma fé que dispensa a razão. “A verdadeira fé não se reduz a um sentimento subjetivo, mais precisa de bases racionais e de uma certa objetividade, corroborada pelas ciências humanas”. Em “Gaudium et Spes”: “Cresce cada dia o fenômeno das massas que praticamente se afastam da religião: A negação de Deus ou da religião não são já algo insólito o individual, senão que se apresenta como exigência do progresso”. “Um dos fenômenos mais graves do nosso tempo”. Ou em frase de Paulo VI em discurso a Congregação Geral da Companhia de Jesus, a 7-5-65: “Um dos fenômenos mais graves de nosso tempo (...) Um perigo terrível que ameaça à humanidade inteira”.

E ainda João Paulo II: “Ninguém consegue estudar bem Teologia sem conhecer Parapsicologia”, em depoimento final aos participantes de um Congresso Internacional de Teólogos e Parapsicólogos (Os melhores parapsicólogos são também teólogos, padres: Além do insuperável Bento XIV (milagre de ciência infusa). Os Sacerdotes Seculares Mariotti, G. B. Alfano, A. Spesz; os beneditinos A. Mager, L. C. Mohlberg; os dominicanos A. Zacchi, T. Mainage, R. Santilli, R. Omez; os jesuítas L. Roure, A. Gatterer, H. Thurston, G. Bichlmair, G. M. Petazzi, C. M. Heredia, F. M. Palmés; os cistercienses abade L. Wiesinger, W. Hümpfner, P. Castelli. Etc., etc.). E conclue João Paulo II em “Veritatis Splendor” contra só teólogos, e a favor dos teólogos parapsicólogos: “Só a verdade é consoladora, mesmo se despertar uma crise”.

Pe. José de Tonquédec S.J., como resposta às críticas de teólogos que sua atitude de teólogo-parapsicólogo despertou, adverte: “Talvez houvesse confusão inicial entre os parapsicólogos, mas muito pior foi e é o desconhecimento entre os teólogos”.

Pe. Reginald–Omez O. P., um dos melhores parapsicólogos: “Grande serviço à Religião será verificar o SN (Supra-Normal, milagre) autêntico, e separá-lo de imitações ridículas de certos movimentos religiosos”. Ou na expressão nada menos do que Pe.  Herbert Thurston S.J.: “Embora os verdadeiros crentes (judeus antigos e depois os católicos) não possuem o monopólio de portentos e maravilhas naturais, os grandes prodígios (SN, Supra-Normais, Milagres) que eles realizam com o poder do Altíssimo são em todos os sentidos mais estupendos que os prodígios naturais”. 

O famoso teólogo Pe. Karl Rhaner S.J., que muito se dedicou à Parapsicologia, em carta (Insbruck, 16/03/84) ao Cardeal Landázuri, do Peru, afirma: “Hoje em dia não se pode fazer Teologia sem ter em conta as Ciências Profanas”. E após a carta confidenciou: “Por favor, se não sabe Parapsicologia, não se chame teólogo. Sem Parapsicologia, em grande parte a Teologia não passa de disquisições”. E o Cônego Frei William Rauscher comenta: “Na Igreja hoje devemos continuamente mostrar novo interesse pela Parapsicológica e todos os estudos Parapsicológicos. Uma Igreja que não se interesse nisso está perdendo seu tempo”.

           Por fim, a posição oficial. Lamentavelmente falta a conveniente divulgação e a realização.

Além de “Fides et Ratio”, e tantos outros textos já aludidos:

Bento XIV: “Máximo comum interesse Teologia-Ciência”.

Leão XIII recomendou financeiramente promover a pesquisa e divulgação das novas descobertas na relação Fé e Razão.

E com essa finalidade o mesmo Leão XIII mandou abrir um Centro de Estudos, inaplazável, apoiado pela Hierarquia. A direção foi encomendada a Gabriela Lambertini (Atenção ao sobrenome: o insuperável parapsicólogo Bento XIV chamava-se Próspero Lambertini).

“La Civiltá Cattolica” pede “a verificação e diferenciação dos fatos. Única maneira de evitar estradas aberrantes e defender o verdadeiro milagre” (SN).

“L’Osservatore Romano”:Deve apoiar-se a Parapsicologia, necessária na pastoral, pois todos podem apresentar problemas pelo contato com o Espiritismo, Esoterismo, Confissões Independentes etc”: “Mandamos que em todos os seminários se preparem os alunos nas aulas de Teologia e Apologética para o combate eficiente contra o Espiritismo e demais erros”.

Moderno “Dictionaire de Theólogie Catholique”: “Não há mais que um método válido para estudar estes fenômenos de Possessão, Mística, Aparições etc., como não há mais que um método para estudar os Milagres (...): devemos, nesta matéria, revisar nossos juízos à luz dos progressos incontestáveis da Parapsicologia”.

O excelente parapsicólogo e professor de Religiões comparadas, Pe. Pinard De La Boulaye: “A Psicologia Experimental e especialmente a Parapsicologia estão no seu terreno próprio quando tentam evaluar, nos fenômenos religiosos, aquilo que é explicável por causas naturais”.

“L’Osservatore Romano” (28/Junho/1971): “No fim dos anos 70 muitos teólogos caíram na conta de que é necessário reconstruir a ciência teológica ‘ab imis fundamentis’” (desde os alicerces mais profundos). 

Assim, os Srs. Bispos de América Latina, CELAM. bem encarecidamente e com muito elogio recomendam o estudo da Parapsicologia a todos os padres e agentes de pastoral. E depois confirmado na reunião de Rio de Janeiro em 1955 encarece com particular ênfase que "nos seminários maiores e nos institutos teológicos dos religiosos se estabeleçam cursos especiais sobre as heresias (Hoje há 56.000 religiões! Evidentemente Deus só pode haver revelado uma...) e superstições atualmente disseminadas”.

E a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. CNBB em reunião celebrada em Roma, já em 1953 mandou que “ninguém se ordene de sacerdote, nem seja catequista, nem agente de pastoral sem haver estudado Parapsicologia”, e repetido em Rio de Janeiro (nas Constituições Eclesiásticas do Brasil, Pastoral Coletiva”.

É um objetivo a alcançar, pois ainda faltam professores. Em decorrência desse desejo oficial da hierarquia, o CLAP abriu o Curso de Pós-Graduação, principalmente com o intuito de formar professores.

Porque, como insiste o bispo Dom Boaventura Kloppenburg, em 1957, a culpa principal da difusão do Espiritismo (e tantas outras denominações religiosas e superstições) é do Clero: “A falta de ação clara e uniforme da parte do clero, pensamos que é a causa principal. Os fiéis não são suficientemente instruídos”.

A modo de conclusão. Acertadamente o grande parapsicólogo Pe. Gerard Frei proclama: “Por cima da Teologia, Filosofia, Psicologia, Psiquiatria, Antropologia, História, Arqueologia e qualquer outro ramo da ciência, a Parapsicologia é o ramo da ciência atual que mais contribui ao maior conhecimento do homem e mesmo dos temas transcendentes (SN) com ele relacionados”

Terminamos com a exortação, entre tantas que poderíamos citar, do grande parapsicólogo Pe. Giovanni Battista Alfano junto com o Pe. Antônio Bruers.  “Aproveitamos a ocasião, nós, sacerdotes católicos (...) para exortar vivamente nossos colegas no sacerdócio (e todos os agentes de pastoral e educadores) a cultivar o estudo da Parapsicologia (...) Devemos antes de mais nada reconhecer a realidade dos fatos parapsicológicos (humanos: EN - Extra-Normal e PN - Para-Normal) para depois poder demonstrar em que medida (...) são diferentes as manifestações bíblicas, agiográficas e mesmo hoje, de claro caráter Supra-Normal, (SN, Divino, e assim poder fazer pastoral e ensinar Religião racionalmente”.