Transtorno Obcessivo-Compulsivo(T.O.C.)
Parte 3 - Diagnóstico e Tratamento
Diagnóstico
Os sintomas obsessivos e compulsivos são exclusivos do
transtorno obsessivo-compulsivo, para fazer o diagnóstico.
Contudo além dos sintomas são necessários
outros critérios. O tempo gasto com os sintomas deve ser
de no mínimo uma hora por dia ou quando o tempo for inferior
a isso é necessária à existência de
marcante aborrecimento ou algum prejuízo pessoal. É
preciso que em algum momento o paciente reconheça que o
que está acontecendo seja excessivo, exagerado, injustificável
ou anormal. Isso faz com que o paciente ache que está enlouquecendo
e tente esconder o que se passa, fica assustado e quando chega
ao médico apresenta essa preocupação.
Ao contrário do que se pode pensar a impressão que
o paciente tem a respeito de si mesmo é um sinal de bom
funcionamento mental, pois o paciente consegue reconhecer algo
de errado em si mesmo. Os sintomas não podem ser dependentes
de outro transtorno, por exemplo se a preocupação
tem como foco a possibilidade de ter novos ataques de pânico
não se pode fazer o diagnóstico de transtorno obsessivo-compulsivo.
Tratamento
O tratamento mais adequado para estes casos é a combinação
da farmacoterapia (medicação) com as terapias cognitivo-comportamentais.
A combinação desses tratamentos é superior
ao uso isolado de cada um deles.
A clínica do CLAP oferece acompanhamento para estes casos,
com um alto índice de controle e solução
nos casos. Atendemos com hora marcada. Informações
pelo telefone: (11) 3873-8831
Sílvio
Loredo Psicólogo clínico – Coordenador da Clínica
do CLAP (Centro Latino-Americano de Parapsicologia)