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1 – 8º) meio: Imagens. Freqüentemente muito grandes, algo que chame a atenção de todos. Em Bombaí, Ganesh, o deus elefante, favorito dos hindus. A metade da população é hindu.
2 – No Brasil abundam as Imagens de Iemanjá deusa do mar

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3 – Até “cotovelando-se”, como no ”Vale do Amanhecer”, em Brasília.
4 – Na “Praia Grande”, Santos (SP), famosas artistas costumam representar Iemanjá

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5 – Em Santos oferendas e feitiços perante a Imagem de Iemanjá.
6 – Em Maceió: “Praia de Iemanjá”.

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7 – No Japão, em Nara (Tóquio), construindo com bronze uma imagem de Buda. (Deduzir o tamanho pela pessoa na ponta do nariz). 120m. de altura, igual a 40 andares.
8 – Outra gigantesca imagem de Buda,

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9 – em Bankcok, Tailândia. Fotografaram um menino diante dos dedos da imagem, para que se deduza o tamanho.
10 – Sem chegar a tanto: Em Juazeiro (Ceará), estátua do Pe. Cícero. O povo se expressa assim. (Tudo o do Pe. Cícero em grande parte é às costas ou inclusive desobedecendo a Hierarquia Católica).

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11 – Tamanho: O chapéu comparado com as pessoas
12 – Bem visível, inclusive a longa distância.

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13 – No Peru. Católicos disfarçam-se representando santos. As imagens são necessárias como expressão popular.
14 – Ótima idéia: difícil calcular o bem que haverá feito. (Repito: hoje não há perigo de idolatria com as imagens, contra a acusação dos protestantes aos católicos. Na Bíblia proíbem-se as imagens porque então os pagãos as consideravam deuses, elas mesmas).

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15 – É psicológico ter consigo lembranças do que se estima: fotografias..., ou medalhas, imagens...
16 – para levar, ver, tocar...

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17 – E se não tiver imagens, então sim facilmente cai na idolatria, ou na magia de anéis da sorte, amuletos, figas... ou de pirâmides, cristais...
18 – Em “Juazeiro do Pe. Cícero”. Por um Ecumenismo extrapolado com referência aos protestantes e evangélicos, houve um intento de suprimir as imagens até das Igrejas, de suprimiu-se a entronização do Sagrado Coração, da Virgem de Guadalupe... Ora, contraditoriamente também os protestantes e evangélicos têm foto da esposa e filhos, da mãe etc.: é humano. Religião é e tem que ser também vida humana.

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19 – 9º) meio: Participação. a) Procissões. Por exemplo, com Na “Praia Grande” de Santos (SP)
20 – no dia da Imaculada que eles sincretizam com Iemanjá. Além de atrair, grava emocionalmente.

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21 – b) Danças, que o público imita um tanto. Nas concentrações de Maharaj Ji.
22 – c) especialmente o ritmo das canções.

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23 – Mas sem exagero. E cuidado com a cantoria repetitiva, hipnotizante, como os judeus que rezam em cantoria e até balançando. E mais cuidado com a pregação repetitiva, com certo tom musical, que é hipnotismo alterador: Pentecostais, certos carismáticos...
24 – 10º) meio: Certo Antropomorfismo sem cair em exageros. a) alimentos que os lamas tibetanos oferecem para os deuses.

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25 – Mulheres hindus oferecem comidas a Khrishna.
26 – Em pleno sincretismo espírita-cristão-pagão, alimento, bebida, guloseima seletas... á espíritos de mortos, a orixás e exus, a demônios, a santos católicos, e a diversos deuses.

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27 – Nos alimentos para agradar os exus e que realizem os feitiços (Ver as agulhas, e equivalentes, enfiadas).
28 – Até na rua (Vejam o sincretismo contraditório: o espiritismo é essencialmente anticristão). Claro, é pura superstição atribuir fome aos deuses, exus, orixás, espíritos de mortos, etc.

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29 – b) Oferendas, no “Santo Daime”:
30 -- Na “Praia Grande” oferendas a Iemanjá. Junto com as oferendas, por representação oferecem-se elas mesmas. Em fim, do antropomorfismo tão criticado até por exegetas “modernistas”, muita coisa pode estar entre os meios imitáveis, tirando o exagero como também fez a Bíblia. Ou, então, haveria que rejeitar o antropomorfismo sublime da Encarnação, Paixão para reparar nossos pecados, Comunhão, a água do Batismo, etc.

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31 – 11º) meio: Ritual Inteligível. No último dia do ano, ritual de a) agradecimento e petição como se fosse pagamento e compra. (Vejam o sincretismo: terço, cruz...).
32 – b) Lavados, totalmente purificados por imersão em Iemanjá.

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33 – Batismo numa das mais de 100 seitas pentecostais. Esta corresponde à seita “Gente de Jesus” Doutrina: “Bíblia e LSD” (Dietilamida do ácido lisérgico). (Ingerido ou inalado, mesmo em quantidades mínimas, provoca alucinações e outros distúrbios mentais similares às da Esquizofrenia e Paranóia). Com essa Doutrina certamente não estão “batizados no Espírito Santo”.
34 – c) Elevados materialmente para simbolizar a elevação espiritual: no Vudú do Haiti

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35 – d) Marcados. No Candomblé.
36 – e) Purificadas as “iowas” no Candomblé. Durante 17 dias a fio, às 4 da madrugada e às 6 da tarde infusão de ervas e sangue de animais, sangue da qual antes bebem. Depois têm que visitar sete igrejas... católicas!

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37 – Purificados pelo fogo. Em fim, perante esses exemplos de participação e claridade no ritual, cabe perguntar: Com ritual em latim, e de costas ao público, o Catolicismo não perdeu fieis? E ainda hoje por certos rituais pouco claros e pouco participados, a freqüência ao culto não diminui? E assim procuram as seitas onde entendem melhor e há mais participação.
38 – 12º) meio. Holocausto (do grego ”olokauston”, “completamente queimado”). Velas que consomem-se em holocausto por transferência de nós mesmos. Como a lampadinha do Sacrário. Ótimos simbolismos, mas não se explicam aos fiéis!

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39 – Na cidade de São Paulo, “Igreja dos Enforcados”, na qual
40 – a salinha lateral e o correspondente sub-solo estão pretos da fumaça por velas acesas dia e noite. Foi construída com referencia às vítimas da Revolução, e por extensão popular, com referência a qualquer defunto. Pouquíssimas pessoas sabem que não se trata propriamente de oferenda, senão de holocausto em reparação e como pedido de intercessão dos mortos perante Deus. Há que explicar, há que afastar a mentalidade de multidões que pensam tratar-se de evocações dos espíritos dos mortos. Sem fundamento nenhum, muitíssimos pensam que a capela está “mal assombrada".